BDMG Cultural

Seminário do BDMG Cultural comemora aniversário de Belo Horizonte


Serão cinco mesas com as participações de Augusto Carvalho Borges, Bruno Viveiros , Carlos Antônio Leite Brandão, João Antônio de Paula , Maria Eliza Linhares Borges, Regina Horta Duarte, Sérgio Alcides, Tito Flávio de Aguiar e Wander Melo

No mês do aniversário da cidade, o BDMG Cultural realizará o Seminário  Escrita, memória, movimento: BH 120 anos. Em pauta, temas relacionados à história da fundação da capital, à sua memória, à sua arquitetura, à sua cultura, às atuais formas de convivência urbana e  ao meio ambiente . O encontro, nos dias 14 e 15 de dezembro, no auditório Marco Túlio, na sede do BDMG, contará com a presença de importantes pesquisadores sobre a história de BH. O acesso será gratuito. Não será necessário realizar inscrição.

Ao todo, serão cinco mesas com as participações de Augusto Carvalho Borges, Bruno Viveiros , Carlos Antônio Leite Brandão, João Antônio de Paula , Maria Eliza Linhares Borges, Regina Horta Duarte, Sérgio Alcides, Tito Flávio de Aguiar e Wander Melo Miranda

“O que a cidade de Belo Horizonte como espaço de história e de cultura se tornou na altura dos seus 120 anos? Como ela se transformou? O que restou da utopia dos seus idealizadores? Estas perguntas podem ser um bom ponto de partida para pensarmos juntos sobre a cidade que herdamos, sobre a cidade que temos, e a cidade que queremos”, afirma a responsável pela curadoria do seminário, a professora Eliana Dutra, da UFMG.  

O desafio proposto aos conferencistas do seminário é o de procurar novas chaves interpretativas para os dilemas do espaço público que a modernidade belo-horizontina formatou, assim como para os novos desafios colocados nos espaços da cultura, da natureza, e do meio ambiente da cidade. “ Nossa cidade é escrita como um texto nunca finalizado, e por milhares de mãos, dos seus traçados, da sua forma material e arquitetônica, às suas expressões poéticas e memoriais. Belo Horizonte é uma cidade em contínuo movimento. Seja pela variedade das vivências que comporta,, pela diversidade das experiências e das práticas sociais que acolhe, pelas investidas da sociabilidade popular contra a pobreza da cidade moderna a que assiste, pelas intervenções divergentes e a pluralidade de apropriações que seu espaço permite, seja pela sociabilidade que reinventa seus espaços físicos e simbólicos e suas supostas destinações”, explica Eliana sobre a importância de se olhar para a nossa cidade nestes 120 anos.

Um balanço crítico sobre as questões da nossa cidade, como será realizado no seminário, pode fazer com que elementos férteis brotem para o esboço de novas figurações de futuro para a cidade. Para Rogério Faria Tavares, presidente do BDMG Cultural, este encontro oferecerá um espaço privilegiado para uma reflexão profunda e sofisticada, estimulada por intelectuais que se dedicam a estudar a cidade: “O evento é a contribuição do BDMG Cultural para o avanço das pesquisas e dos debates públicos sobre a capital. Quanto mais e melhor pensarmos sobre ela, mais chances teremos de melhorá-la e de aperfeiçoar nossa relação com ela e com o que ela oferece”.

Programação:

14 de dezembro

Abertura: 8h30

Mesa 1 (9h às 12h) – Belo Horizonte entre Palavras e Formas – O que restou da modernidade?

Carlos Antonio Brandão – 9h às 10h

Wander Melo de Miranda – 10h30 às 11h30

Mesa 2 (14h às 17h) – Nas Margens da Cidade: criar e habitar no silêncio dos gestos do trabalho

Maria Eliza Linhares Borges – 14h às 15h

Tito Flávio de Aguiar – 15h30 às 16h30

15 de dezembro 

Mesa 3 (9h às 12h) -  Atritos no Tempo – Elaborações memoriais e poéticas das percepções da Capital

Sérgio Alcides – 9h às 10h

Bruno Viveiros – 10h30 às 11h30

Mesa 4 (14h às 17h) – Movimentos contra Linhas – Limites e transgressões dos espaços na natureza e na cultura belo-horizontinas

Regina Horta Duarte – 14h às 15h

Augusto Carvalho Borges – 15h30 às 16h30

Encerramento: 17h30 às 18h30

Que horizontes para Belo Horizonte?

João Antônio de Paula

Conheça a curadora do evento e os conferencistas:

- Eliana Dutra (curadora) 

Eliana de Freitas Dutra é professora titular do departamento de História da UFMG, professora no programa de Pós-Graduação em História pela mesma instituição, vice-presidente do International Committee of Historical Sciences e pesquisadora 1A do CNPq. Foi membro do Conselho Diretor do IEAT/UFMG, de 2011 a 2013 e é autora de diversos livros. Eliana também é organizadora das obras coletivas L’Imprimé dans la Construction de la Vie Politique; O Brasil em Dois Tempos; Política, Nação e Edição; BH. Horizontes Históricos.

- Augusto Carvalho Borges

Augusto Carvalho Borges é graduado e mestre em História pela UFMG. Atualmente, é assistente de pesquisa da mesma instituição pelo Projeto República. Possui experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil, com atuação nos temas republicanismo, cinema e culturas políticas.

- Bruno Viveiros

Bruno Viveiros faz doutorado em História, na UFMG. É autor do livro Som Imaginário: a reinvenção da cidade nas canções do Clube da Esquina e curador da exposição “Canção Amiga – Clube da Esquina”, pelo Centro de Referência da Música de Minas (CRMM / UFMG). Bruno é pesquisador do Projeto República, núcleo de pesquisa, documentação e memória, da UFMG, e é produtor do programa Decantando a República, da rádio UFMG Educativa. 

- Carlos Antônio Leite Brandão

Professor titular da Escola de Arquitetura da UFMG e pesquisador do CNPq, Carlos Antônio de Leite Brandão foi diretor da mesma instituição e presidiu o Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares da universidade. Graduou-se em Arquitetura e fez mestrado e doutorado em Filosofia também pela UFMG, e pós-doutorado na École des hautes études em sciences sociales (EHESS), em Paris. Suas pesquisas e diversas publicações concentram-se na história, na teoria e na filosofia da arte, da arquitetura e da cidade, com ênfase no renascimento, na antiguidade e na contemporaneidade.

- João Antônio de Paula 

Graduado em ciências econômicas pela Universidade Federal de Minas Gerais, mestre em economia pela Unicamp e doutor em história econômica pela USP, João Antônio de Paula é professor titular do Departamento de Ciências Econômicas e do Cedeplar. Foi Pró-Reitor de Planejamento e Desenvolvimento e Pró-Reitor de Extensão da UFMG. Tem experiência nas áreas de economia e história, com ênfase em história econômica e economia política, atuando principalmente nos seguintes temas: economia política, meio ambiente, história econômica, economia mineira, cidades.

- Maria Eliza Linhares Borges

Professora do Programa de Pós-Graduação em História da UFMG, Maria Eliza Linhares Borges é doutora em sociologia pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ). É pós-doutora em Cultura Visual, pela Universidade de São Paulo e pesquisadora do núcleo de história oral da FAFICH.

- Regina Horta Duarte

Regina Horta Duarte é professora titular do Departamento de História da UFMG. Publicou vários artigos em revistas brasileiras e internacionais. É membro fundador da Sociedad Latinoamericana y Caribeña de História Ambiental. Foi editora chefe das revistas HALAC, Revista Brasileira de História e da Varia Historia. Atuou como professora visitante na University of Texas in Austin e na Universidad de Costa Rica. Atualmente, pesquisa a história dos zoológicos da América Latina, nas primeiras décadas do século XX. Regina possui um canal no Yotube sobre história ambiental, com dezenas de programas disponíveis, intitulado As 4 Estações UFMG, além de ser pesquisadora nível 1 do CNPq, e pesquisadora mineira da FAPEMIG.

- Sérgio Alcides

Formado em Comunicação Social, Sérgio Alcides exerceu a profissão de jornalista antes de fazer mestrado em História, tornando-se professor universitário. Atualmente, leciona na Faculdade de Letras da UFMG. Recebeu o Prêmio Minas de Cultura e o Prêmio Cidade do Recife por seu livro Estes Penhascos, sobre o poeta Cláudio Manuel da Costa. Sérgio escreve artigos sobre outros escritores brasileiros e estrangeiros.

- Tito Flávio de Aguiar

Tito Flávio de Aguiar é graduado em Arquitetura e Urbanismo, pela UFMG, e doutor em História pela mesma universidade. Desde 2010, é professor adjunto do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Escola de Minas, na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), atuando no curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo e no Mestrado Profissional em Construção Metálica. Colabora em pesquisas no Centro de Convergência de Novas Mídias (UFMG) e no Estopim – Núcleo de estudos Interdisciplinares do Patrimônio Cultural (UFMG). Foi professor do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix e da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Atuou como conselheiro suplente do Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município de Belo Horizonte.

- Wander de Melo Miranda

Wander de Melo Miranda é professor titular de Teoria da Literatura na UFMG e professor visitante do Programa de Pós-Graduação em, Crítica Cultural (UNEB), diretor da Editora UFMG e pesquisador 1ª do CNPq. Publicou diversos livros, como Corpos escritos: Graciliano Ramos e Silviano Santiago, Graciliano Ramos e Nações Literárias. 


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