Música

18º Prêmio BDMG Instrumental revela que a nova geração tem muito o que mostrar

Luisa Mitre, Davi Fonseca; Matheus Barbosa e João Machala

Foto Élcio Paraíso


"Quanto mais tivermos esse reconhecimento pelo nosso trabalho, mais mulheres serão incentivadas a também buscar esse lugar", afirmou Luísa Mitre

A capital mineira presenciou, durante três noites, no Teatro Sesiminas, um festival de talentos da música instrumental em Minas Gerais. A 18ª edição do Prêmio BDMG Instrumental, realizado pelo BDMG Cultural, comprovou que o estado é berço de grandes instrumentistas e compositores. “Em Minas Gerais, se você balança uma árvore, caem vários músicos incríveis. Aqui tem muita gente boa”, afirmou Aliéksey Vianna, compositor e violonista que integrou a comissão julgadora do prêmio.

Entre os doze músicos semifinalistas, a comissão julgadora consagrou Davi Fonseca (piano), João Machala (trombone), Luísa Mitre (piano) e Matheus Barbosa (guitarra). Os quatro vencedores revelam que a nova geração da música instrumental em Minas Gerais não está para brincadeira. Com composições ousadas, formações interessantes e muita técnica, essa turma conquistou não só a comissão julgadora, mas o público. Os instrumentistas Matheus Luna (violão) e Ravi Kefi (sanfona) também foram premiados como finalistas.

Outro destaque da noite foram as mulheres. Nas categorias melhores instrumentistas, Natália Mitre (vibrafone) e Camila Rocha (baixo) foram escolhidas como as melhores desta edição. Na categoria melhor arranjo, Luísa Mitre conquistou o júri com a sua versão para Corrupião, de Edu Lobo. “O reconhecimento é muito importante. É dessa forma que vamos ocupando um espaço que ainda é dominado pelos homens. Quanto mais tivermos esse reconhecimento pelo nosso trabalho, mais mulheres serão incentivadas a também buscar esse lugar”, afirmou Luísa, que é a segunda mulher vencedora em 18 anos de premiação. Em 2009, Daniela Rennó ficou entre os quatro vencedores do prêmio. 

A comissão julgadora da 18ª edição do Prêmio BDMG Instrumental foi formada pelos músicos e compositores Marco Pereira – presidente da comissão julgadora, Aliéksey Vianna, André ‘Limão’ Queiroz, Arismar do Espírito Santo, Eduardo Neves e Paulo Braga; pelos jornalistas Daniel Barbosa, Mariana Peixoto e Paulo Henrique; e os representantes do Sesc SP, Henrique Rubin e Priscila Rahal.

Ainda na noite de premiação, o compositor, arranjador e guitarrista Samy Erick recebeu das mãos de Célio Balona, o Prêmio Marco Antônio Araújo, de melhor CD autoral, instrumental e de produção independente, produzido entre janeiro e dezembro de 2017. “Tendo em vista o altíssimo nível da produção instrumental mineira, receber este prêmio, pelo disco Rebento, é motivo de muita alegria, honra e responsabilidade”, contou Samy. 

Uma homenagem ao músico Flávio Henrique também foi realizada. Irene Bertachini e Leandro César subiram ao palco para receberem, oficialmente, o prêmio de melhor CD autoral de canção brasileira e de produção independente, produzido em 2017. A entrega do Prêmio Flávio Henrique ficou sob responsabilidade de Clara Sandroni e Sérgio Santos, que destacou a qualidade da música feita em Minas.

Os músicos vencedores Davi Fonseca, João Machala, Luísa Mitre e Matheus Barbosa se apresentarão em Belo Horizonte, no CCBB-BH, com a presença de um instrumentista consagrado convidado. Além dos shows na capital, eles também participarão do programa Instrumental Sesc Brasil, do SESC SP. A programação será divulgada em nosso site.


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